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É Possível Viver Bem com Apenas um Rim? Mitos e Verdades sobre a Vida Após a Nefrectomia

Este artigo aborda uma das maiores dúvidas de pacientes que passaram por uma remoção de rim (nefrectomia): é possível ter uma vida normal e saudável com apenas um rim? A resposta é sim. Desmistificamos medos comuns sobre longevidade e restrições, explicando o fascinante processo de hipertrofia compensatória do rim remanescente. Oferecemos um guia prático com os pilares do cuidado, incluindo orientações sobre hidratação adequada, dieta equilibrada (com foco no controle de sódio e proteína), importância do controle da pressão arterial, prática segura de atividades físicas e cautela com medicamentos (especialmente anti-inflamatórios). O objetivo é capacitar o paciente para uma vida plena e consciente, protegendo sua saúde renal.
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Nem Todo Tumor no Rim é Câncer: Conheça os Tumores Renais Benignos

Este artigo esclarece que a descoberta de um tumor no rim não é, necessariamente, uma sentença de câncer. Explicamos os tipos mais comuns de tumores renais benignos, como o Angiomiolipoma e o Oncocitoma, e a diferença crucial entre cistos renais simples e complexos (classificação de Bosniak). Abordamos como é feito o diagnóstico por imagem, as opções de tratamento quando necessárias (que vão da vigilância ativa à cirurgia preservadora do rim), com o objetivo de reduzir a ansiedade e informar o paciente sobre os próximos passos seguros e baseados em evidência
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Pós-Operatório da Nefrectomia Parcial Robótica: Um Guia Completo para Sua Tranquilidade e Recuperação

O pós-operatório da nefrectomia parcial robótica costuma ser tranquilo, com menos dor, menor tempo de internação e recuperação mais rápida em comparação às cirurgias tradicionais. Neste artigo, você vai entender os principais cuidados após a cirurgia, o tempo de recuperação e quando é possível retomar suas atividades normais.
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Câncer Renal em Jovens e Adultos: Mudança no Perfil dos Pacientes

O câncer renal historicamente afetava adultos acima dos 60 anos, mas estudos recentes mostram um número crescente de diagnósticos em jovens e adultos entre 30 e 50 anos. Esse fenômeno pode estar ligado a novos hábitos de vida, maior acesso a exames de imagem e fatores genéticos. Neste artigo, explicamos o que está por trás dessa mudança de perfil, os desafios no diagnóstico precoce e as estratégias de prevenção e tratamento para essa faixa etária
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