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Classificação de Gleason e ISUP: entendendo o laudo da sua biópsia de próstata (Guia 2026)

Receber o laudo da biópsia de próstata e ler frases como "adenocarcinoma acinar usual, Gleason 3+4=7, ISUP 2" costuma ser angustiante para quem nunca viu esse vocabulário. Mas entender o que essa nota significa é o primeiro passo para tomar decisões corretas sobre tratamento. Este guia, embasado nas diretrizes da ISUP 2014/2019, OMS 2022, AUA 2023 e EAU 2024, explica em linguagem clara o que é Gleason, o que é ISUP, como o laudo é construído, o que muda entre ISUP 1 e ISUP 5 e por que a mesma "nota 7" pode significar coisas muito diferentes.
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Biópsia de próstata por fusão (MRI/US): quando é indicada e como é feita

Por décadas, a biópsia transretal de 12 fragmentos guiada por ultrassom foi o padrão para o diagnóstico do câncer de próstata ? apesar de errar em até 30% dos cânceres clinicamente significativos e detectar cânceres irrelevantes em outros pacientes. A biópsia por fusão MRI/US mudou esse cenário: usando a ressonância multiparamétrica (mpMRI) com classificação PI-RADS e fundindo a imagem com o ultrassom em tempo real, o urologista coleta amostras direcionadas das lesões suspeitas. Este guia, embasado em diretrizes AUA, EAU e SBU e nos estudos PRECISION, PROMIS e 4M, explica quando ela é indicada e como é feita.
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HoLEP x RTU de próstata x cirurgia aberta (prostatectomia simples): qual é a melhor técnica em 2026?

Diante do diagnóstico de hiperplasia benigna da próstata (HPB) com indicação cirúrgica, o paciente geralmente ouve três nomes: RTU de próstata, cirurgia aberta (prostatectomia simples ou adenomectomia) e HoLEP (enucleação com laser de hólmio). Entender as diferenças entre elas é decisivo para escolher a técnica certa ? e evitar complicações desnecessárias, recuperação longa ou necessidade de reoperação futura. Este guia, embasado em diretrizes AUA, EAU e SBU, compara as três em pontos cruciais e mostra por que, para muitos perfis, o HoLEP se consolidou como padrão-ouro moderno.
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Cistectomia radical: quando a retirada da bexiga é indicada no câncer?

A cistectomia radical é a cirurgia oncológica mais complexa da urologia ? e, em muitos casos, a única com potencial curativo no câncer de bexiga. Saber quando ela está indicada, como é feita, quais são as opções de derivação urinária (neobexiga, Bricker, Indiana pouch) e o que esperar da recuperação transforma um paciente assustado em um paciente preparado. Este guia, embasado nas diretrizes AUA, EAU e SBU e nos protocolos ERAS, reúne tudo o que você precisa saber antes dessa decisão.
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Segunda RTU (re-RTU / second look): por que pode ser necessária e quando está indicada

A re-RTU ? também chamada de second look TURBT ou "RTU de reestadiamento" ? é realizada entre 4 e 6 semanas após a RTU inicial. Parece estranho "operar de novo" quando a primeira cirurgia já "removeu o tumor", mas as evidências são claras: em até 30% dos T1 de alto grau, a re-RTU revela que o tumor já invadiu o músculo (MIBC), o que muda radicalmente o tratamento. Este guia, embasado nas diretrizes EAU e AUA, explica quando ela é indicada, como é feita e por que salva vidas.
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Câncer de bexiga: sintomas, causas, diagnóstico e tratamento ? guia completo 2026

O câncer de bexiga é o 9º mais comum no mundo e o mais associado ao tabagismo entre os tumores urológicos. Este guia-pilar reúne, em linguagem acessível e embasada nas diretrizes da AUA (2023), EAU (2024) e SBU, tudo que pacientes e familiares precisam saber: sintomas, causas, diagnóstico, estadiamento, tratamentos cirúrgicos e intravesicais, sobrevida e prevenção. Atualizado para 2026 com as terapias de nova geração (enfortumabe vedotina, pembrolizumabe, nivolumabe adjuvante).
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