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Cistectomia radical: quando a retirada da bexiga é indicada no câncer?

A cistectomia radical é a cirurgia oncológica mais complexa da urologia ? e, em muitos casos, a única com potencial curativo no câncer de bexiga. Saber quando ela está indicada, como é feita, quais são as opções de derivação urinária (neobexiga, Bricker, Indiana pouch) e o que esperar da recuperação transforma um paciente assustado em um paciente preparado. Este guia, embasado nas diretrizes AUA, EAU e SBU e nos protocolos ERAS, reúne tudo o que você precisa saber antes dessa decisão.
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Segunda RTU (re-RTU / second look): por que pode ser necessária e quando está indicada

A re-RTU ? também chamada de second look TURBT ou "RTU de reestadiamento" ? é realizada entre 4 e 6 semanas após a RTU inicial. Parece estranho "operar de novo" quando a primeira cirurgia já "removeu o tumor", mas as evidências são claras: em até 30% dos T1 de alto grau, a re-RTU revela que o tumor já invadiu o músculo (MIBC), o que muda radicalmente o tratamento. Este guia, embasado nas diretrizes EAU e AUA, explica quando ela é indicada, como é feita e por que salva vidas.
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Câncer de bexiga: sintomas, causas, diagnóstico e tratamento ? guia completo 2026

O câncer de bexiga é o 9º mais comum no mundo e o mais associado ao tabagismo entre os tumores urológicos. Este guia-pilar reúne, em linguagem acessível e embasada nas diretrizes da AUA (2023), EAU (2024) e SBU, tudo que pacientes e familiares precisam saber: sintomas, causas, diagnóstico, estadiamento, tratamentos cirúrgicos e intravesicais, sobrevida e prevenção. Atualizado para 2026 com as terapias de nova geração (enfortumabe vedotina, pembrolizumabe, nivolumabe adjuvante).
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Cigarro eletrônico (vape) e câncer de bexiga: o que a ciência já sabe em 2026

O cigarro eletrônico é frequentemente apresentado como alternativa "mais segura" ao cigarro tradicional. Mas o que as pesquisas publicadas até 2026 revelam sobre o risco específico de câncer de bexiga em usuários de vape? Este guia reúne, de forma acessível e embasada por estudos peer-reviewed e posicionamentos da AUA, EAU, OMS e AACR, o que já sabemos ? e o que ainda não sabemos ? sobre nicotina, aminas aromáticas, biomarcadores urinários e risco urológico do cigarro eletrônico.
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Tumor de bexiga não músculo-invasivo (NMIBC) x músculo-invasivo (MIBC): entenda a diferença que decide seu tratamento

O câncer de bexiga divide-se em dois grandes grupos com tratamento, prognóstico e impacto na vida do paciente radicalmente diferentes: o não músculo-invasivo (NMIBC) ? 75% dos casos, geralmente tratado com cirurgia endoscópica e imunoterapia intravesical ? e o músculo-invasivo (MIBC) ? mais agressivo, que frequentemente exige retirada da bexiga ou protocolo combinado de preservação. Este guia, baseado nas diretrizes da AUA, EAU e SBU, explica passo a passo o que muda entre os dois e por que a diferença é decisiva.
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Pós-operatório da RTU de bexiga: sonda, sangramento, retorno ao trabalho e à vida sexual (Guia 2026)

Após a RTU de bexiga, o paciente costuma ter dúvidas sobre a sonda, o sangramento na urina, a dor, quando retomar o trabalho e como fica a vida sexual. Este guia, baseado nas diretrizes da AUA, EAU e SBU e nos protocolos ERAS, explica passo a passo cada fase da recuperação ? do centro cirúrgico ao retorno pleno às atividades ? e mostra os sinais de alerta que exigem procurar atendimento imediato.
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Como é o pré-operatório da RTU de bexiga: exames, jejum e medicações (Guia 2026)

A RTU de bexiga (RTUB ou TURBT) é o procedimento cirúrgico mais comum em Urologia Oncológica ? e também o mais exigente em preparo pré-operatório. Este guia reúne, em linguagem acessível e embasada pelas diretrizes da AUA, EAU e SBU, tudo que o paciente precisa saber: quais exames realizar, quanto tempo de jejum seguir, como ajustar anticoagulantes e anti-hipertensivos, e como se preparar emocionalmente para o dia da cirurgia.
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Atualizações em Câncer de Bexiga: Os Grandes Destaques do ASCO GU 2026

O tratamento do câncer de bexiga está passando por uma revolução sem precedentes, e o congresso ASCO GU 2026 confirmou isso. A grande mensagem deste ano é a personalização e a preservação do órgão. Com a chegada da combinação EV-Pembro para estágios mais precoces e o uso da biópsia líquida (ctDNA) para identificar quais pacientes podem evitar a retirada da bexiga (cistectomia), estamos entrando em uma era onde curar não significa necessariamente mutilar. Leia o resumo completo dos estudos que já estão mudando nossa prática clínica.
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Estadiamento do Câncer de Bexiga: Entendendo o Sistema TNM e a Gravidade

Ao receber o laudo da biópsia da bexiga, é comum se deparar com uma sopa de letrinhas: Ta, T1, T2, N0, M0... Mas o que isso significa na prática? O estadiamento não é apenas um código; é o mapa que define se o tratamento será uma simples raspagem ou uma cirurgia complexa. Neste artigo, traduzimos o sistema TNM para que você entenda exatamente a profundidade da sua doença e os próximos passos.
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Terapia Adjuvante no Câncer de Bexiga: O Que é e Por Que é Importante?

Você sabia que, mesmo após a remoção do tumor ou da bexiga, células cancerígenas microscópicas podem permanecer no corpo? A Terapia Adjuvante é a varredura de segurança feita após a cirurgia para impedir a recidiva. Neste artigo, explico a diferença entre tratamentos intravesicais (como o BCG) e sistêmicos (quimioterapia e a moderna imunoterapia), e por que aceitar esse tratamento pode ser decisivo para sua cura definitiva.
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