Como Interpretar o Anatomopatológico da Prostatectomia: Margens, pT2 vs pT3 e ISUP Final
Entenda o que significam margens, pT2, pT3, ISUP e Gleason no laudo da prostatectomia radical. Guia clínico escrito por urologista oncológico. Leia Mais
Entenda o que significam margens, pT2, pT3, ISUP e Gleason no laudo da prostatectomia radical. Guia clínico escrito por urologista oncológico. Leia Mais
A prostatectomia radical robótica (RARP) é hoje a técnica de escolha para o tratamento cirúrgico do câncer de próstata localizado em centros experientes ? com menor sangramento, menor tempo de internação e melhores resultados funcionais quando comparada à cirurgia aberta. Mas o sucesso depende de muito mais do que o procedimento em si: um pré-operatório bem estruturado e um pós-operatório disciplinado são tão decisivos quanto a habilidade do cirurgião. Este guia, baseado nas diretrizes da AUA 2023, EAU 2024, SBU e nos protocolos ERAS (Enhanced Recovery After Surgery), percorre o caminho completo: o que fazer nas semanas que antecedem a cirurgia, o dia do procedimento, a internação, a recuperação em casa, a sonda, a fisioterapia pélvica e o seguimento de PSA. Leia Mais
A ressonância multiparamétrica de próstata (mpMRI) tornou-se exame essencial antes da biópsia ? e o sistema PI-RADS v2.1 é a linguagem universal para classificar lesões. Mas o que significa, na prática, ter uma lesão PI-RADS 3, 4 ou 5? Este guia explica, com base nas diretrizes da ACR/ESUR PI-RADS v2.1, AUA 2023, EAU 2024 e nos estudos PRECISION (NEJM 2018), PROMIS (Lancet 2017) e MRI-FIRST (Lancet Oncol 2019), o risco real de câncer clinicamente significativo em cada categoria, quando biopsiar e quando observar. Leia Mais
Nem todo câncer de próstata precisa ser operado imediatamente. Em tumores de baixo risco ? e em casos selecionados de risco intermediário favorável ? a vigilância ativa evita os efeitos colaterais da cirurgia ou da radioterapia sem comprometer a sobrevida câncer-específica. Este guia explica, com base nas diretrizes da AUA 2023, EAU 2024, NCCN 2025 e SBU, e nos estudos ProtecT (NEJM 2016/2023), Klotz Toronto, PRIAS, GAP3 e Sweden Prostate Cancer Trial, exatamente quem pode (e quem não pode) adiar a cirurgia, como é o protocolo de monitoramento e quando converter para tratamento ativo. Leia Mais
Receber o laudo da biópsia de próstata e ler frases como "adenocarcinoma acinar usual, Gleason 3+4=7, ISUP 2" costuma ser angustiante para quem nunca viu esse vocabulário. Mas entender o que essa nota significa é o primeiro passo para tomar decisões corretas sobre tratamento. Este guia, embasado nas diretrizes da ISUP 2014/2019, OMS 2022, AUA 2023 e EAU 2024, explica em linguagem clara o que é Gleason, o que é ISUP, como o laudo é construído, o que muda entre ISUP 1 e ISUP 5 e por que a mesma "nota 7" pode significar coisas muito diferentes. Leia Mais
Por décadas, a biópsia transretal de 12 fragmentos guiada por ultrassom foi o padrão para o diagnóstico do câncer de próstata ? apesar de errar em até 30% dos cânceres clinicamente significativos e detectar cânceres irrelevantes em outros pacientes. A biópsia por fusão MRI/US mudou esse cenário: usando a ressonância multiparamétrica (mpMRI) com classificação PI-RADS e fundindo a imagem com o ultrassom em tempo real, o urologista coleta amostras direcionadas das lesões suspeitas. Este guia, embasado em diretrizes AUA, EAU e SBU e nos estudos PRECISION, PROMIS e 4M, explica quando ela é indicada e como é feita. Leia Mais
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